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Sobre o site Atipicamente Autista


O nome escolhido, apesar de permitir várias interpretações (atipicamente, a típica mente, atípica mente), remete ao assunto autismo, a pessoa sabe que ao entrar no site, página no facebook, perfil no Instagram encontrará conteúdo relacionado ao autismo.


Apesar de o diagnóstico do André ter vindo somente em 2015, minha certeza se deu em 2014, quando Marcos Mion falou pela primeira vez de seu filho Romeu.

Desde então mergulhei de cabeça nesse universo, onde aprendi muita coisa, e sempre que possível procuro compartilhar o que aprendo através de textos nas redes sociais, com a finalidade de levar informação e desmistificar os estigmas do autismo.

Tem algum tempo que eu vinha pensando em criar um canal de comunicação específico para isso, falar sobre autismo e tudo que envolve o assunto como: sobre a convivência, o aprendizado, sobre leis, indicações de sites, vídeos, filmes, séries e tudo mais que possa agregar, e ajudar a quebrar preconceito.

Pensei bastante a respeito, pois de 5 anos pra cá tem muita gente bacana falando sobre o assunto, inclusive autistas ativistas pela causa Autista e da Pessoa com Deficiência, e aqui vai uma dia: se quer saber sobre autismo, sobre como o autista se sente e experiencia o mundo procure por eles, ninguém melhor do que eles, os autistas, para falar sobre como entendem e sentem o mundo ao seu redor. Acreditem, aprendi e aprendo muito com eles.

Mas ainda que exista muita informação, ainda há muito preconceito, muita informação desatualizada e equivocada, muito a caminhar para uma sociedade inclusiva, que acolhe e respeita a diversidade.

E com esse argumento, me convenci de que deveria sim, dar início a esse projeto.

AtipicaMente Autista, porque esse nome?

Logo que André recebeu o diagnóstico, lá em meados de 2015. Eu criei um blog chamado “Meu anjo é azul”, na época a informação que o autismo era mais predominante em meninos do que em meninas era vigente, portanto a expressão ‘anjo azul’ era amplamente usada para se referir aos autistas.

Com o tempo fui desconstruindo essa ideia de que autista é anjo (são pessoas, como eu e você), e através de informações e pesquisas, fui entendendo que a informação de prevalência em meninos estava desatualizada.

Ao voltar a escrever para um site, eu queria que um nome abrangesse o assunto de maneira ampla, que não fosse especificamente sobre o meu filho.

Na comunidade autista se usa muito o termo ‘neurotípico’, que nada mais é que uma abreviação de neurologicamente típico, é um neologismo amplamente utilizado na Psicologia, Psiquiatria, Neurologia, bem como nos aspectos sociológicos e culturais do autismo como um uma nomeação para pessoas que não estão no espectro do autista.

Logo atípico ou neuroatípico é a pessoa que está dentro do TEA, Transtorno do Espectro Autista.

O nome escolhido, apesar de permitir várias interpretações (atipicamente, a típica mente, atípica mente), remete ao assunto autismo, a pessoa sabe que ao entrar no site, página no facebook, perfil no Instagram encontrará conteúdo relacionado ao autismo.

Concluo as considerações iniciais, desejo que todos sejam bem vindos ao AtipicaMente Autista.

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